Tuesday, April 27, 2021

CONHEÇA A EQUIPA DA BRAZ & ASSOCIADOS (III) - CLÁUDIA MABONE

 

Claudia Mabone
CLÁUDIA MABONE
Assistente de Agente Oficial de Propriedade Industrial
Claudia actua na área de Propriedade Intelectual desde 2013 e ingressou na equipa da Baipa em 2015. Actua directamente com clientes nacionais e internacionais, auxiliando em consultas. Tem experiência em assuntos relacionados à contrafacção, área na qual fez diversas apresentações em seminários ou formações com foco na protecção de marcas. Ela é Bacharel em Comércio e Finanças pelo Instituto Superior de Administração, Comércio e Finanças. A Cláudia é uma pessoa muito determinada, que se esforça todos os dias para atingir os seus objectivos.

CONHEÇA A EQUIPA DA BRAZ & ASSOCIADOS (II) - LAIZA TINGA

 

Laiza Tinga
LAIZA TINGA
Assistente Administrativa
Laiza faz parte da nossa equipa desde Novembro de 2018. Ela tem excelentes habilidades de gestão de tempo e sua capacidade de realizar multitarefas e priorizar com uma atitude positiva, juntamente com sua experiência e conhecimento a tornaram um membro valioso da equipa. Cuidar de todas as tarefas do escritório, como solicitar certificados de registo de marca junto ao IPI, depósito de DIU's e actualização de documentos para todos os clientes são apenas algumas das suas atribuições. Suas principais funções e responsabilidades na Baipa requerem que ela auxilie a todos nas tarefas administrativas do dia a dia. Ela está sempre disposta a ajudar onde puder. Quando Laiza não está no escritório, ela adora viajar, ler, cozinhar e ser activa ao ar livre.

CONHEÇA A EQUIPA DA BRAZ & ASSOCIADOS (I) - LOURENÇO ARMANDO


Lourenço Màrio
LOURENÇO ARMANDO
Assistente Administrativo
Lourenço está na equipa desde 2017. É o responsável pelo contacto diário com a recepção/ secretaria do IPI. Ele é um homem de família apaixonado e cozinheiro! Lourenço é um grande fã de música e também garante que todos no escritório estejam sempre bem informados sobre os últimos lançamentos de álbuns em todos os gêneros!

Monday, April 26, 2021

A PROPÓSITO DO DIA MUNDIAL DA PROPRIEDADE INTELECTUAL

As nossas colaboradoras, Maria Augusta Raúl (Agente Oficial de Propriedade Industrial) e Cláudia Mabone (Assistente de Agente Oficial de Propriedade Industrial) irão participar de um programa televisivo no canal MediaMais TV, durante o qual irão flar sobre a data e sobre a importância da propriedade intelectual para as pequenas e médias empresas. Irão, igualmente, debruçar-se sobre o panorama geral da propriedade intelectual em Moçambique.
#worldipday





 

WORLD INTELLECTUAL PROPERTY DAY 2021: MESSAGE FROM WIPO DIRECTOR GENERAL

Friday, April 23, 2021

A PROTECÇÃO DOS ACTIVOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL (V): PMEs INDÍGENAS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

Não existe nenhuma abordagem de tamanho único à questão da propriedade intelectual (PI), que se adeque a todas as empresas – pequenas, médias ou grandes. Contudo, as PMEs de povos indígenas e comunidades locais (PICL) podem vir a se deparar com mais desafios e questões quando começam a navegar pelo sistema de PI. Embora, à primeira vista, tal tarefa pareça assustadora, eis aqui algumas das principais abordagens adoptadas por PICL para proteger as inovações e criações que elas desenvolvem a partir de suas tradições.

8 maneiras como as PMEs podem tirar proveito da PI

1. Proteja suas expressões culturais tradicionais contemporâneas graças aos direitos de autor. Estes podem proteger expressões culturais tradicionais contemporâneas – por exemplo, músicas, quadros e esculturas – contra certos usos não autorizados, tais como a reprodução, a adaptação, a distribuição, a radiodifusão e outras formas de comunicação para o público.

2. Recorra aos direitos de desenho industrial para proteger a aparência e outros aspectos sensoriais de seus produtos. Os desenhos industriais protegem os aspectos estéticos e ornamentais de um produto, em vez dos seus aspectos funcionais, ou seja: a aparência do produto e a sensação que ela causa, e não a maneira como funciona ou aquilo que faz. Os direitos do desenho industrial podem ser relevantes para uma grande variedade de produtos, desde peças de artesanato, jóias, até desenhos e modelos de tecidos e roupas.

3. Registe palavras, nomes e símbolos indígenas distintivos sob a forma de marcas. O registo de palavras, nomes e símbolos indígenas distintivos como marcas, quando associado a uma estratégia de marketing apropriada, pode ampliar o reconhecimento que os consumidores têm sobre a autenticidade e a qualidade dos produtos. Isto pode ajudar a aumentar os benefícios comerciais de PMEs indígenas.

4. Distinga seus produtos/serviços graças às marcas de certificação ou às marcas colectivas. As marcas de certificação e as marcas colectivas podem ser utilizadas por uma determinada comunidade como a garantia de que todos os seus produtos e serviços apresentam certas qualidades ou características específicas, tais como uma origem geográfica ou um método de produção especiais. Graças a estas marcas, os consumidores pode ter certeza de que os produtos que as contêm são, de facto, autênticos.

5. Associe os seus produtos e serviços a uma indicação geográfica. As indicações geográficas são um direito colectivo. Elas oferecem aos titulares de conhecimentos tradicionais ou de expressões culturais tradicionais meios para diferenciar seus produtos daqueles de um concorrente, salientando a relação de tais produtos com sua origem geográfica. Além disso, elas também possibilitam preços mais elevados.

6. Proteja as suas inovações que têm como base conhecimentos tradicionais. As invenções que têm como base conhecimentos tradicionais podem ser protegidas através de patentes. As patentes permitem aos inventores obter, por um período limitado, um retorno sobre as suas invenções comercialmente bem-sucedidas. A patente é um direito exclusivo concedido para uma invenção; esta, por sua vez, pode ser um produto ou um processo que ofereça uma nova maneira de fazer algo ou uma nova solução técnica para um problema.

7. Mantenha os seus conhecimentos tradicionais confidenciais graças aos segredos comerciais. Estes permitem às PMEs Indígenas proteger informações confidenciais e valiosas sob o aspecto comercial, tais como processos de manufactura e receitas tradicionais. Eles impedem que tais informações sejam reveladas, adquiridas ou utilizadas por terceiros sem consentimento.

8. Utilize as leis relativas à concorrência desleal como mecanismo de defesa. As PMEs Indígenas que têm uma reputação estabelecida, uma identidade própria e “goodwill” em relação a sua produção de artigos tradicionais podem recorrer às leis relativas à concorrência desleal para fazerem objecção à comercialização de produtos falsos apresentados no mercado como genuínos. 

Fonte: https://www.wipo.int/ipday.

A PROTECÇÃO DOS ACTIVOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL (IV): COMO AS PMES PODEM TIRAR PROVEITO DA PROTECÇÃO DE VARIEDADES VEGETAIS

O Dia Mundial da PI destaca o papel fundamental que os direitos de PI desempenham ajudando as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) a desenvolverem negócios mais sólidos e competitivos. O melhoramento de plantas conduz à obtenção de novas variedades vegetais, que são um meio importante e sustentável para alcançar a segurança alimentar num contexto de crescimento demográfico e mudança climática. As novas variedades vegetais, adaptadas ao meio ambiente em que são cultivadas, aumentam o leque de alimentos saudáveis, saborosos e nutritivos, gerando ao mesmo tempo uma renda viável para agricultores. As novas variedades também contribuem para o desenvolvimento de uma agricultura urbana e o cultivo de plantas ornamentais, arbustos e árvores, que ajudam a melhorar a vida das populações no meio urbano, em constante expansão.

Um bom melhoramento vegetal exige técnicas e conhecimentos avançados, bem como todo um processo que, até a introdução no mercado de uma nova variedade vegetal, pode chegar a durar 15 anos. Nem todos os novos cultivares são um sucesso, ainda que os melhores candidatos sejam seleccionados entre milhares de indivíduos ao longo do processo de obtenção de cultivares. Tais esforços, contínuos e de longo prazo, só valem a pena se for possível alguma recompensa pelo investimento realizado. É por este motivo que a protecção de variedades vegetais (PVV) é um importante sistema para os melhoradores de plantas.

A nível nacional o registo deve ser feito junto do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

Para mais detalhes: https://www.wipo.int/ipday.

O Critério da Semelhança Fonética no Exame de Marcas: Por que uma Única Letra Não Evita a Recusa pelo IPI

  A 17 de abril de 2026, o Instituto da Propriedade Industrial (IPI) emitiu uma decisão que recusa definitivamente o registo da marca SOLIX ...