| Director Geral da ARIPO Foto retirada da sua página de LinkedIn |
Segundo o responsável, os sistemas de Protecção de Variedades de Plantas
(PVP) devem ser encarados não apenas como instrumentos jurídicos, mas também
como ferramentas estratégicas para atrair investimento, apoiar os melhoradores
de plantas, fortalecer empresas de sementes e promover uma agricultura
sustentável no continente.
O simpósio reforçou igualmente a importância do Protocolo de Arusha,
adoptado em 2015, como mecanismo regional para harmonizar a protecção de novas
variedades de plantas em África e impulsionar a transformação agrícola através
da propriedade intelectual.
Para Moçambique, o debate demonstra como a propriedade intelectual pode
desempenhar um papel estratégico no desenvolvimento do sector agrícola e na
valorização da inovação local.
Sobre esta matéria, leia também o meu artigo:
Propriedade Intelectual e Agricultura em Moçambique: Cadeia de Valor, Marcas e Inovação




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