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| Imagem retirada da www.larepublica.ec |
Tive acesso há dias um estudo efectuado pela empresa
norte americana Huski.ai® sobre o uso da Inteligência Artificial (AI)
na propriedade intelectual, nomeadamente na tramitação de processos de pesquisa
e registo de marcas. Introdução AI in the Context of Trademark Likelihood of
Confusion, o estudo refere na sua introdução que “o processo de marcas sempre
se baseou em pesquisa manual e julgamento de especialistas — até agora” e questiona
de “com o rápido avanço da IA, os profissionais do direito enfrentam uma mudança
fundamental: as análises e os processos jurídicos baseados em IA podem igualar
— ou até mesmo superar — a precisão, a clareza e a estratégia de advogados
experientes?
No que diz respeito ao impacto actual da IA no fluxo do trabalho jurídico, o estudo refere que “a IA já está remodelando os fluxos de trabalho jurídicos, com 79% dos escritórios de advocacia utilizando a IA para obter tempos de resposta mais rápidos, custos mais baixos e respostas aprimoradas às acções dos Escritórios de Marcas. No entanto, questões críticas permanecem: a IA pode interpretar com precisão as nuances jurídicas? Como ela se adapta entre jurisdições? Ela pode replicar o pensamento jurídico estratégico?”
Dada a sua pertinência, deixarei aqui ficar, em três partes, uma resenha do conteúdo do estudo.






